DÍMERO D E FERRITINA NA COVID-19
Resumo
Surgiu no mundo, em dezembro de 2019, um novo coronavírus, chamado de SARSCoV2, que provoca uma síndrome respiratória aguda grave por meio da doença denominada COVID-19, que velozmente se tornou um dos grandes desafios para a saúde pública mundial. A COVID-19 tem sua transmissão, sobretudo pelo contato direto de pessoa a pessoa, por gotículas de saliva e secreções. Contudo, é notável a ausência de conhecimento a respeito da história natural da doença. Estudos de Wuhan em 2020 sugerem que marcadores clínicos, como elevação do tempo de protrombina, trombocitopenia, elevação do dímero-D e ferritina colaboraram para o aumento da gravidade da doença e estiveram relacionados ao elevado número de mortes entre os pacientes com Covid-19. O presente trabalho, apresenta como objetivo, identificar as principais manifestações de trombose e comprometimento pulmonar que ocorrem pela infecção do COVID-19 e principalmente quando é desenvolvido o quadro grave da doença. A metodologia utilizada tem um enfoque quantitativo, pois foi realizado no Laboratório IMED na cidade de Paranaiguara–GO, um levantamento das dosagens de ferritina e dímero d. Foi verificado a correlação entre as concentrações de dímero d e ferritina e o estado clínico do paciente com COVID-19, trazendo uma importante ferramenta para que seja possível avaliar a possibilidade do paciente de evoluir para o estado grave.
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